Friday, December 10, 2010

Filosofia

A espiritualidade é um termo específico que na verdade significa: lidar com a intuição. Na tradição teísta há a noção de apego a um conceito. Um certo ato é considerado não aceitável para um princípio divino. Um certo ato é considerado aceitável para o divino. Na tradição do não-teísmo, no entanto, é bastante direto que os casos da história não são particularmente importantes. O que é o importante é o aqui e o agora. O agora é definitivamente agora. Nós tentamos viver o que está disponível ali, no momento. Não faz sentido pensar que existe um passado que poderíamos ter agora. Isto é agora, este simples momento. Nada místico, apenas “agora”, muito simples e direto. E desse “agora”, contudo, emerge sempre um sentido de inteligência de que estamos constantemente em interação com a realidade um por um. Lugar por lugar. Constantemente. Nós na realidade vivemos uma fantástica precisão, constantemente. Mas nós sentimo-nos ameaçados pelo “agora” e saltamos para o passado ou o futuro.Prestando atenção aos bens materiais que existem em nossa vida – esta vida rica que nós levamos, todas estas escolhas tomam lugar a todo momento mas nenhuma delas é considerada boa ou má per se, todas as coisas que vivemos são experiências incondicionais. Elas não vêm com uma etiqueta dizendo “isto é considerado mau” ou “isto é bom”. Mas nós vivemo-las mas não damos a atenção devida a elas. Nós não nos damos conta de que vamos a algum lado. Nós consideramos isso um incômodo, esperar pela morte.

Chogyam Trungpa Rinpoche

Resumo dos Processos do PMBOK

Gerenciamento de Escopo:

Engloba os processos necessarios para assegurar que o projeto inclui todo o trabalho necessario, e apenas o necessario, para terminar o projeto.
- Coletar os requisitos (planejamento)
- Definir o escopo (planejamento)
- Criar a EAP (planejamento)
- Verificar o escopo (execucao)
- Controlar o escopo (execucao)

Gerenciamento de Tempo:

Engloba os processos necessarios para assegurar o termino pontual do projeto.
- Definir atividades (planejamento)
- Sequenciar atividades (planejamento)
- Estimar a duracao das atividades (planejamento)
- Estimar os recursos das atividades (planejamento)
- Desenvolver o cronograma (planejamento)
- Controlar o cronograma (monitoramento e controle)

Gerenciamento de Custos:

Engloba os processos necessarios para estimativas, orcamentos, controle para assegurar que o projeto seja terminando dentro do custo orcado.
- Estimar os custos (planejamento)
- Desenvolver o orcamento (planejamento)
- Controlar os custos (monitoramento e controle)

Gerenciamento de Qualidade:

Engloba os processos e aas atividades da organizacao executora que determinam as politicas de qualidade, os objetivos e as responsabilidades, de modo que o projeto satisfaca as necessidades para os quais foi empreendido. O gerenciamento da qualidade engloba o gerenciamento do projeto e o produto do projeto.
- Planejar a qualidade (planejamento)
- Realizar a garantia da qualidade (execucao)
- Realizar o controle da qualidade (monitoramento e controle)

Gerenciamento de Recursos Humanos:

Engloba os processos para desenvolver, mobilizar e gerenciar a equipe do projeto, com papeis e responsabilidades atribuidos de forma clara.
- Planejar os recursos humanos (planejamento)
- Mobilizar a equipe do projeto (execucao)
- Desenvolver a equipe do projeto (execucao)
- Gerenciar a equipe do projeto (execucao)

Gerenciamento de Comunicacao:

Engloba os processos para assegurar que todas as informacoes sejam coletadas, organizadas, registradas e distribuidas de maneira oportuna e apropriada.
- Identificar as partes interessadas
- Planejar as comunicacoes (planejamento)
- Distribuir as informacoes (execucao)
- Gerenciar a expectativa das partes interessadas (execucao)
- Reportar o desempenho (monitoramento e controle)

Gerenciamento de Riscos:

Englobas os processos para identificacao, analise e plano de respostas para os riscos identificados. Tem como objetivo aumentar a probabilidade de impactos positivos e reduzir a probabilidade de impacto negativo.
- Planegar o gerenciamento de risco (planejamento)
- Identificar os riscos (planejamento)
- Realizar a analise qualitativa dos riscos (planejamento)
- Realizar a analise quantitativa dos riscos (planejamento)
- Desenvolver o plano de reposta ao riscos (planejamento)
- Monitorar e controlar os riscos (monitoramento e controle)

Gerenciamento de Aquisicoes:

Engloba os processos necessarios para comprar ou adquirir recursos, abrangendo toda administracao dos contratos emitidos por uma organizacao externa ao projeto e administrando as obrigacoes contratuais.
- Planejar as aquisicoes (planejamento)
- Conduzir as aquisicoes (execucao)
- Administrar as aquisicoes (monitoramento e controle)
- Encerrar as aquisicoes (encerramento)

Gerenciamento de Integracao:

Engloba os processos necessarios para identificar, definir, combinar e unificar todos os processos de gerenciamento.
- Desenvolver o termo de abertura do projeto (iniciacao)
- Desenvolver o plano do projeto (planejamento)
- Orientar e gerenciar o trabalho do projeto (execucao)
- Monitorar e controlar o trabalho do projeto (monitoramento e controle)
- Realizar o controle integrado de mudancas (monitoramento e controle)
- Encerrar o projeto ou fase (encerramento)

Thursday, December 09, 2010

Resumo dos Processos do PMBOK

Escopo
        [Processos de Planejamento] Coletar os Requisitos [Documentação dos Requisitos, Matriz de Rastreabilidade]
        [Processos de Planejamento] Definir o Escopo [Declaração do Escopo]
        [Processos de Planejamento] Criar a EAP [EAP, DIcionário EAP, Baseline]
        [Processos de Monitoramento & Controle] Verificar o Escopo [Entregas Aceitas]
        [Processos de Monitoramento & Controle] Controlar o Escopo [Controle de Mudancas]

Tempo
        [Processos de Planejamento] Definir as Atividades [Lista de Atividades]
        [Processos de Planejamento] Sequenciar as Atividades [Diagrama de Rede PERT/CPM]
        [Processos de Planejamento] Estimar os Recursos das Atividades [Lista de Recursos, EAR]
        [Processos de Planejamento] Estimar as Durações das Atividades [Estimativas de Tempo]
        [Processos de Planejamento] Desenvolver o Cronograma [Gantt, Baseline]
        [Processos de Monitoramento & Controle] Controlar o Cronograma [Medicao do Desempenho]

Custo
        [Processos de Planejamento] Estimar os Custos [Estimativas de Custos]
        [Processos de Planejamento] Determinar o Orçamento [Baseline]
        [Processos de Monitoramento & Controle] Controlar os Custos [EVA ou TVA (tecnica do valor agregado)]

Qualidade
        [Processos de Planejamento] Planejar a Qualidade [Metricas de Qualidade, Plano de Melhoria de Processo, Lista de Verificacao]
        [Processos de Execução] Realizar a Garantia da Qualidade [Auditoria de Processo]
        [Processos de Monitoramento & Controle] Realizar o Controle da Qualidade [Inspecao]

Risco
        [Processos de Planejamento] Planejar o Gerenciamento dos Riscos [Plano de Gerenciamento de Risco]
        [Processos de Planejamento] Identificar os Riscos [Lista de Riscos]
        [Processos de Planejamento] Realizar a Análise Qualitativa dos Riscos [Matriz de Probabilidade x Impacto]
        [Processos de Planejamento] Analise Quantitativa de Riscos [Estimativa de Custos]
        [Processos de Planejamento] Desenvolver o Plano de Resposta a Riscos [Estrategia para Contigencia e gatilhos]
        [Processos de Monitoramento & Controle] Monitorar e Controlar os Riscos [Atualizacao do Plano]

Comunicação
    [Processos de Inicialização] Identificar as Partes Interessadas
        [Processos de Planejamento] Planejar as Comunicações [Plano de Distribuicao da Informacao]
        [Processos de Execução] Distribuir as Informações [Relatorios nos Diversos Canais]
        [Processos de Execução] Gerenciar as Expectativas das Partes Interessadas [Atualizacao do Plano do Projeto]
        [Processos de Monitoramento & Controle] Reportar o Desempenho [Historico, Atual, Forecast]

Aquisição
        [Processos de Planejamento] Planejar as Aquisições [Criterio de Selecao de Fornecedor, Make or Buy]
        [Processos de Execução] Conduzir as Aquisições [Fornecedores Selecionados, Calendario de Recursos]
        [Processos de Monitoramento & Controle] Administrar as Aquisições [Pagamentos, Inspecao]
        [Processos de Encerramento] Encerrar Aquisições [Termino de Contratos]

Recursos Humanos 
 
        [Processos de Planejamento] Desenvolver o Plano de Recursos Humanos [Estrutura Organizacional, Organograma RACI Chart]
        [Processos de Execução] Mobilizar a Equipe do Projeto [Designacao, Calendario dos Recursos]
        [Processos de Execução] Desenvolver a Equipe do Projeto [Avaliacao do Desempenho]
        [Processos de Execução] Gerenciar a Equipe do Projeto [Habilidades Interpessoais]

Integraçao
    [Processos de Inicialização] Desenvolver o Termo de Abertura do Projeto [Termo de Abertura do Projeto]
        [Processos de Planejamento] Desenvolver o Plano de Gerenciamento do Projeto [Plano de Gerenciamento de Projeto]
     [Processos de Execução] Orientar e Gerenciar a Execução do Projeto [Entregas]
        [Processos de Monitoramento & Controle] Monitorar e Controlar o Trabalho do Projeto [Solicitacoes de Mudanca]
        [Processos de Monitoramento & Controle] Realizar o Controle Integrado de Mudanças [Atualizacoes para Mudancas (nao de escopo)]
        [Processos de Encerramento] Encerrar o Projeto ou Fase [Transicao]

Resumo dos Processos do PMBOK

Processos de Inicialização (2)
    [Integraçao] Desenvolver o Termo de Abertura do Projeto [Termo de Abertura do Projeto]
    [Comunicação] Identificar as Partes Interessadas [Registro das Partes Interessadas]

Processos de Planejamento (20)
    [Escopo] Coletar os Requisitos [Documentação dos Requisitos, Matriz de Rastreabilidade]
    [Escopo] Definir o Escopo [Declaração do Escopo]
    [Escopo] Criar a EAP [EAP, DIcionário EAP, Baseline]
    [Tempo] Definir as Atividades [Lista de Atividades]
    [Tempo] Sequenciar as Atividades [Diagrama de Rede PERT/CPM]
    [Tempo] Estimar os Recursos das Atividades [Lista de Recursos, EAR]
    [Tempo] Estimar as Durações das Atividades [Estimativas de Tempo]
    [Tempo] Desenvolver o Cronograma [Gantt, Baseline]
    [Custo] Estimar os Custos [Estimativas de Custos]
    [Custo] Determinar o Orçamento [Baseline]
    [Risco] Planejar o Gerenciamento dos Riscos [Plano de Gerenciamento de Risco]
    [Risco] Identificar os Riscos [Lista de Riscos]
    [Risco] Realizar a Análise Qualitativa dos Riscos [Matriz de Probabilidade x Impacto]
    [Risco] Analise Quantitativa de Riscos [Estimativa de Custos]
    [Risco] Desenvolver o Plano de Resposta a Riscos [Estrategia para Contigencia e gatilhos]
    [Qualidade] Planejar a Qualidade [Metricas de Qualidade, Plano de Melhoria de Processo, Lista de Verificacao]
    [RH] Desenvolver o Plano de Recursos Humanos [Estrutura Organizacional, Organograma RACI Chart]
    [Comunicação] Planejar as Comunicações [Plano de Distribuicao da Informacao]
    [Aquisição] Planejar as Aquisições [Criterio de Selecao de Fornecedor, Make or Buy]
    [Integração] Desenvolver o Plano de Gerenciamento do Projeto [Plano de Gerenciamento de Projeto]
  
Processos de Execução (8)
    [Integração] Orientar e Gerenciar a Execução do Projeto [Entregas]
    [Qualidade] Realizar a Garantia da Qualidade [Auditoria de Processo]
    [RH] Mobilizar a Equipe do Projeto [Designacao, Calendario dos Recursos]
    [RH] Desenvolver a Equipe do Projeto [Avaliacao do Desempenho]
    [RH] Gerenciar a Equipe do Projeto [Habilidades Interpessoais]
    [Comunicação] Distribuir as Informações [Relatorios nos Diversos Canais]
    [Comunicação] Gerenciar as Expectativas das Partes Interessadas [Atualizacao do Plano do Projeto]
    [Aquisições] Conduzir as Aquisições [Fornecedores Selecionados, Calendario de Recursos]

Processos de Monitoramento & Controle (10)
    [Integração] Monitorar e Controlar o Trabalho do Projeto [Solicitacoes de Mudanca]
    [Integração] Realizar o Controle Integrado de Mudanças [Atualizacoes para Mudancas (nao de escopo)]
    [Escopo] Verificar o Escopo [Entregas Aceitas]
    [Escopo] Controlar o Escopo [Controle de Mudancas]
    [Tempo] Controlar o Cronograma [Medicao do Desempenho]
    [Custo] Controlar os Custos [EVA ou TVA (tecnica do valor agregado)]
    [Risco] Monitorar e Controlar os Riscos [Atualizacao do Plano]
    [Aquisição] Administrar as Aquisições [Pagamentos, Inspecao]
    [Qualidade] Realizar o Controle da Qualidade [Inspecao]
    [Comuniação] Reportar o Desempenho [Historico, Atual, Forecast]

Processos de Encerramento (2)
    [Integração] Encerrar o Projeto ou Fase [Transicao]
    [Aquisição] Encerrar Aquisições [Termino de Contratos]

Wednesday, December 08, 2010

Planejamento dos Riscos

• Lidamos com riscos todos os dias na nossa vida – é uma ação continua

• Seu tratamento é, na maioria da vezes, intuitivo “Não coloque todos os ovos numa mesma cesta”

• No âmbito do gerenciamento de projetos, assim como na vida, devemos ter uma abordagem pró- ativa e não reativa: “É melhor prevenir que remediar”

• O risco do projeto se origina da incerteza que está presente em todos os projetos (novo e temporário)

• Com o atual cenário de um mercado com muita competitividade, tecnologia avançada e duras restrições econômicas, o risco assumiu proporções significativamente maiores “Quem não arrisca não petisca”

Conceitos Gerais de Custos

• Custo – soma de recursos (mão-de-obra, material, equipamentos etc) usados para produzir bens e serviços. Uma medida do que deve ser cedido para se obter algo (mediante a compra, aluguel, intercâmbio ou produção).

• Custos diretos – custos que são diretamente relacionados com as atividades do projeto. Exemplo: viagens, salários, gratificações e custos do material usado no projeto.

• Custos indiretos – custos que não são apenas atribuíveis a um projeto específico, mas que estão distribuídos em muitos deles. Exemplo: Serviços de apoio, impostos.

• Custos fixos – não variam segundo o rendimento ou volume produzido. Seu valor unitário se torna menor a medida que a produção aumenta. Exemplo: Salários de pessoal administrativo,
seguros, aluguéis e taxas.

• Custos variáveis – é uniforme por unidade produzida. Varia na razão direta do volume produzido. Exemplo. Mão-de-obra alocada, comissões sobre vendas, matéria-prima, peças e componentes.

• Custo unitário – custo por unidade produzida (custo total dividido pelo número de unidades produzidas)

Tuesday, December 07, 2010

Planejamento

Planejar é definir e refinar os objetivos e traçar o caminho necessário para alcançá-los.

“Muitos caminhos levam a Roma. O objetivo do planejamento é encontrar o melhor”.

Lift me Up



Look around - Got no place to stay.
God I hate this town, depending on the day.
You look me up, you look me down - Alright, OK.

While I got no life, I got no hope;
I'm falling in love.
Help me through the fight;
Help me win tonight - I'm calling.

What to do I find it hard to know;
The road I walk is not the one I chose

Lift me up and turn me over;
Lead me on into the dawn.
Take me to the highest mountain;
Tie me up, love in a storm.
Have you decided on my fortune?
Facing the future in your eyes,
With your imperial behaviour
We fight amidst the battle cries.

Open doors - They may be closed to me;
The fire's still burning in my heart...

What to do I find it hard to know;
I want to turn my life around...

O Termo de Abertura do Projeto

"O Termo de Abertura do Projeto é o documento que autoriza formalmente o início de um projeto na organização."

1. É publicado por um diretor/gerente (patrocinador) com autoridade formal na estrutura organizacional;
2. Reconhece e autoriza formalmente a existência do projeto;
3. Empossa o gerente do projeto e lhe concede autoridade formal para usar recursos organizacionais nas atividades do projeto;
4. Identifica linhas de reporte e atribuições do gerente do projeto;
5. Contém ou faz referência:
- às necessidades do negócio que o projeto está incumbido de tratar
- ao escopo do produto ou serviço a ser entregue
- aos benefícios à organização
6. Deve ter ampla publicidade no âmbito da organização.

Tempo, fique parado!

Sunday, December 05, 2010

Sustentabilidade

Quando pensamos em sustentabilidade, é comum nos vir à mente durabilidade, longevidade e respeito ambiental. Em geral, uma prática sustentável é aquela que leva a saúde do futuro em consideração. No entanto, essa ideia não se restringe somente ao mundo físico/material – ela também se aplica ao pensamento, à crença, à conduta humana e à sociedade como um todo.

Uma prática insustentável é aquela que tem um efeito desequilibrado e negativo que, com o tempo, irá afetar desfavoravelmente uma pessoa, a sociedade e/ou o meio ambiente. Um caso clássico é a nossa atual utilização do petróleo como um meio de geração de energia. Isso poderia ser considerado insustentável pelo fato de o petróleo ser essencialmente não renovável e, quando queimado, causa danos ao meio ambiente. Qualquer prática que provoque um esgotamento irreversível dos recursos naturais ou poluição ambiental de longo prazo é uma prática insustentável.

Do mesmo modo, se uma determinada empresa despeja grandes quantidades de resíduos industriais durante a produção poluindo o meio ambiente, isso também seria considerado uma prática insustentável, independentemente do que está sendo produzido.

De forma semelhante, se os materiais ou o conhecimento utilizados na produção de um determinado tipo de produto não são da mais alta qualidade conhecida, muito frequentemente a integridade desse produto é inerentemente comprometida, levando à eventual criação de mais lixo quando esse produto falha ou se torna obsoleto. Com o nosso sistema atual de busca pelo lucro, quase tudo que é produzido o é com uma fraqueza embutida, devido à necessidade de manter a quota de mercado. Em outras palavras, se duas empresas estão competindo para criar um determinado item, ambas terão de ser estratégicas quanto aos materiais e designs usados, muitas vezes comprometendo a qualidade em prol de um preço mais acessível. O resultado é um produto que quebra muito mais depressa do que um produto que recebeu o maior cuidado e a mais alta qualidade nos materiais de seus componentes.

Isso não acontece no nosso sistema por dois motivos: 1) Quando uma empresa utiliza o modelo mais avançado e os melhores materiais conhecidos, ela tende a ter um custo de produção muito mais elevado e a perder vantagem sobre a concorrência. 2) Se os produtos forem feitos para durarem por longos períodos de tempo, as pessoas não precisarão substituir, atualizar e consertar os seus artigos constantemente, e a indústria como um todo perderá uma enorme soma de dinheiro e de postos de trabalho, atrasando a economia.

Isso, obviamente, é insustentável por definição, uma vez que a ineficiência inerente do sistema econômico eventualmente cria multiplicidade, desperdício e poluição desnecessários.

E isso nos leva a ideologias insustentáveis.

Uma ideologia é insustentável quando inerentemente leva uma pessoa ou um grupo a práticas insustentáveis. Por exemplo, o que leva uma indústria a utilizar materiais de má qualidade para criar produtos insustentáveis, ao mesmo tempo em que gera uma quantidade desproporcional de lixo, é de fato o resultado de uma força maior, conhecida como “sistema monetário” ou “sistema de busca pelo lucro”. Nesse sistema, a sustentabilidade não é recompensada, pois ele é construído em cima de competição e regeneração. Em tal circunstância, o lucro sempre vem na frente da sustentabilidade, já que a sobrevivência de uma empresa é baseada no lucro, e este é parcialmente baseado em redução dos custos e na ampliação da receita. Portanto, as práticas insustentáveis existentes em todas as indústrias são o resultado de uma falha fundamental na própria estrutura econômica ideológica.

Teoricamente, a maioria concordaria que possuir recursos em abundância, além de produtos feitos dos mais resistentes materiais para a máxima eficiência e sustentabilidade, seria bom. No entanto, estas noções não são recompensadas no nosso atual sistema monetário mundial. A escassez é que é recompensada. Ela e a obsolescência planejada são recompensadas a curto prazo, visto que cria um “reviravolta” nos lucros, ao mesmo tempo em que gera mais empregos. Infelizmente, essa “recompensa a curto prazo” é à custa da “destruição a longo prazo”.

O sistema de livre iniciativa, juntamente com todos os outros subgrupos, como o comunismo, o socialismo e o fascismo, são ideologias insustentáveis, pois têm encravada em si uma propensão para o abuso ambiental e social. Para por de uma forma mais clara, um mundo que compete consigo mesmo por trabalho, recursos e sobrevivência é um sistema inerentemente insustentável, porque é desprovido de uma consciência externa.

O que então é uma ideologia sustentável?

Embora esta questão irá sempre trazer novas respostas conforme a evolução humana continua, atualmente temos um conceito chamado método científico. Basicamente, o método científico é um processo de investigação que, através dos mais modernos métodos de aprendizagem, medição, análise e experimentação, trabalha para demonstrar a validade de uma determinada interpretação ou a possível resolução de um determinado problema.

Um exemplo seria um problema num carro. Quando o seu carro não dá a partida, você dá início a um raciocínio, baseada na lógica, para encontrar a origem do problema. A lógica orienta o seu foco, começando provavelmente pela quantidade de combustível no carro, passando para o mecanismo de ignição e assim por diante. Isto é o método científico aplicado na resolução de problemas. Um método não científico cairia na categoria de “irracional”. Por exemplo, ao analisar o mesmo problema, seria irracional começar checando os pneus, pois eles provavelmente não teriam nada a ver com os mecanismos associados ao problema.

Infelizmente, a nossa abordagem de operação social é em grande medida desprovida de lógica ou metodologia, mas sim imersa na tradição, na superstição e em métodos ultrapassados de conduta. Uma abordagem científica para a sociedade, usando a lógica e a razão para avaliar e responder aos problemas sociais teria uma tendência natural à sustentabilidade, uma vez que nada pode ser isolado ou separado em tal abordagem. Em outras palavras, temos de parar de ver o mundo através dos prismas de sistemas e ideologias criados no passado, e começar a olhar para ele na forma mais ampla e imparcial que podemos. O único meio que apoia esta abordagem é a ciência, e as dádivas da ciência provaram a sua validade sem deixar nenhuma dúvida. Por isso, é tempo de utilizar os métodos da ciência na nossa abordagem à sociedade em si.

Um rápido olhar sobre os modos de operação em uso no mundo de hoje reflete uma negligência grosseira da razão, da lógica e da aplicação científica. Nossas estruturas econômicas são baseadas em meios de troca e em valores que têm pouca relação com os verdadeiros recursos e com a realidade. A religião continua a pregar visões de mundo há muito superadas pelo pensamento científico progressivo. Nosso sistema de trabalho está estruturado de maneira a exigir que as pessoas estejam “empregadas” para que possam ganhar dinheiro para sobreviver, quando a real contribuição dessas ocupações à sociedade são altamente questionáveis, mostrando que os “empregos” muitas vezes só existem para manter as pessoas fazendo “alguma coisa” para viver e sustentar a estrutura econômica. Isso é um desperdício de vida humana...

Existem muitas, muitas facetas para o compreensão de que as nossas instituições sociais vigentes são insustentáveis. Para resumir a questão, a nossa vida no planeta Terra deve ter uma premissa fundamental com a qual as nossas ações se relacionem. Esta premissa deve ser tão empírica quanto possível, e não baseada em opiniões ou de projeções. A partir de uma perspectiva científica, vemos que os recursos e a engenhosidade humana são as questões iminentes mais valiosas. A inteligência e a consciência humanas, juntamente com a gestão e utilização cuidadosas dos recursos terrestres, são de fato as duas únicas questões centrais. Tudo o mais é construído em cima disso. Portanto, precisamos dar início uma abordagem que maximize a educação, a tecnologia e o gerenciamento dos recursos.

Economia

“Hoje em dia, nem todos os que se dizem economistas o são de fato. Na verdade, são propagandistas do valor do dinheiro. Este sistema é o mais devastador de todos os outros sistemas da história do planeta. Portanto, você não está realmente vivendo dentro de um sistema econômico; eu iria mais longe ao afirmar que se trata de um sistema anti-econômico”.
- Dr. John McMurty, autor de “O Estágio de Câncer do Capitalismo”

Crise do "não fiz nada ainda na vida" pode começar aos 30

Você está andando pela casa e olha de relance para a estante de livros. Num dos cantos está uma caixinha colorida. Dentro, você encontra uma pequena lista, escrita há tempos, com as coisas que você queria naquele ano. Silêncio na sala. Você fecha a caixinha rapidamente e se dá conta de que ainda não fez quase nada do que desejava. Pior ainda: não fez o que gostaria durante quase toda a sua vida. Isso causa certa angústia? Sente inveja do gato deitadão no sofá? Sente saudade da infância, época em que seu único objetivo era a figurinha do Pelé ou uma boneca Barbie? Cuidado, você pode estar na crise do “não fiz nada da vida”.

“Essa sensação de frustração que muitas pessoas sentem, principalmente entre os 30 e 40 anos, tem a ver com os objetivos traçados e não realizados e com o sentido encontrado – ou não - para a vida. Quando somos crianças temos tantos sonhos, mas conforme vamos crescendo nem todo mundo consegue conquistá-los. Aliás, muita gente nem sabe quais são eles. E a vida é como se fosse um barco à vela: não tem vento favorável para quem não sabe aonde ir. Essa sensação de vazio tende a aumentar com a idade porque vai ficando mais difícil largar tudo para ir atrás do que se realmente quer”, explica Cecília Zylberstajn, psicóloga e psicodramatista.

Estudar no exterior, fazer aquela viagem tão sonhada, comprar uma casa, construir uma família, realizar-se profissionalmente. A frustração pode acontecer em vários setores: financeiro, profissional e sentimental – principalmente para as mulheres que ainda colocam o foco da sua realização no amor. “Mas é muito importante que a pessoa perceba que as escolhas são de responsabilidade dela. Foi ela quem decidiu suas prioridades”, afirma a psicóloga.

Cinco passos para sair da crise

1. “Mexa-se! Dá trabalho realizar sonhos. É preciso arriscar e, infelizmente, a maioria das pessoas prefere a inércia.” – Roberto Shinyashiki, psiquiatra e palestrante com foco em realização de metas

2. “Não se julgue tanto. A questão pode estar na maneira como somos rigorosos em cada etapa da realização de um objetivo. Muitas vezes, deixamos de reconhecer o sucesso dessas etapas, trazendo a sensação de insatisfação e de algo incompleto. No geral, aprendemos a ser muito rígidos e cruéis nos julgamentos do que acreditamos ser e no que queremos ser.” – Lucia Rodrigues, expert em ecologia da criatividade

3. “Reveja os seus objetivos e pergunte-se: o que você realmente quer? Depois disso, avalie quantos destes objetivos são realmente atingíveis. Nem sempre temos tudo o que queremos, mas a vida também não precisa ser assim – ou tudo ou nada!” - Cecília Zylberstajn, psicóloga pela PUC-SP

4. “Pare de se comparar com os outros, porque você vai se achar melhor ou pior. E as duas coisas são ruins.” – Dalai Lama.

5. “Largue de vez essa ‘síndrome de Hardy, a hiena reclamona’. Pare de botar a culpa na vida e nos outros e comece a agir, melhorando esse astral e tomando atitudes concretas. Gente para baixo só afasta as oportunidades, afinal quem gosta de nuvem negra é só guarda-chuva.” – blog “Vigilantes da AutoEstima”

Economia Baseada em Recursos

Uma economia baseada em recursos é um sistema onde todos os bens e serviços estão disponíveis sem o uso de dinheiro, crédito, escambo ou qualquer outro sistema de débito ou servidão. Todos os recursos tornam-se patrimônio comum de todos os habitantes, não de apenas uns poucos selecionados. A premissa sobre a qual esse sistema é baseado é a de que a Terra seja abundante em recursos; nossa prática de racionamento de recursos através de métodos monetários é irrelevante e contraproducente à nossa sobrevivência.

A sociedade moderna tem acesso à tecnologias de ponta e pode disponibilizar comida, vestimenta, moradia e assistência médica; atualizar nosso sistema educacional; e desenvolver um suprimento ilimitado de energia renovável e não-poluente. Através da provisão de uma economia projetada de forma eficiente, todos podem desfrutar de um elevadíssimo padrão de vida com todas as amenidades de uma sociedade altamente tecnológica.

Uma economia baseada em recursos usaria os recursos existentes da terra e do mar, o equipamento físico, indústrias etc. para engrandecer a vida de toda a população. Numa economia baseada em recursos no lugar de dinheiro, poderíamos facilmente produzir todas as necessidades biológicas e fornecer um elevado padrão de vida para todos.

Considere os seguintes exemplos: No início da Segunda Guerra Mundial os EUA tinha apenas cerca de 600 aviões de combate de primeira classe. Nós rapidamente superamos esse suprimento limitado ao produzirmos mais de 90 mil aeronaves por ano. A questão no início da Segunda Guerra Mundial era: "nós temos os fundos suficientes para produzir os utensílios de guerra precisos?". A resposta era: "não. Não possuímos dinheiro, nem ouro o bastante; mas temos recursos de sobra". Foram os recursos disponíveis que possibilitaram aos EUA que alcançassem a alta produção e eficiência precisos para vencer a guerra. Infelizmente, isso é somente considerado em tempos de guerra.

Numa economia baseada em recursos, todos as recursos são tidos como patrimônio comum a todas as pessoas do planeta Terra, de forma a eventualmente transcender a necessidade de fronteiras artificiais que separam as pessoas. Esse é o imperativo unificador.

Devemos enfatizar que esta abordagem para um governo global não tem absolutamente nada em comum com os presentes objetivos da elite de formar um governo mundial dirigida por ela e pelas grandes corporações. Nossa visão de globalização autoriza todas as pessoas do planeta a ser as melhores que puderem, não a viver sobre submissão abjeta de um corpo governamental corporativo.

Nossas propostas não só contribuiriam para o bem-estar das pessoas, como também forneceriam a informação necessária para que elas participem em qualquer área de sua competência. O sucesso seria medido pela satisfação das atividades individuais em vez da aquisição de riqueza, propriedade e poder.

No momento, temos recursos materiais suficientes para prover um altíssimo padrão de vida para todos os habitantes da Terra. Apenas quando a população excede a capacidade de sustentação da terra é que muitos problemas como a ganância, o crime e a violência emergem. Ao superarmos a escassez, a maioria dos crimes e até as prisões da sociedade de hoje não seriam mais necessários.

Uma economia baseada em recursos possibilitaria o uso da tecnologia para superar a escassez de recursos ao aplicar fontes renováveis de energia, informatizar e automatizar a manufatura e o inventário, projetar cidades seguras e energeticamente eficientes e sistemas avançados de transporte, providenciar um serviço de saúde universal e uma educação mais relevante e, sobretudo, ao gerar um novo sistema de incentivo baseado na preocupação humana e ambiental.

Muitas pessoas acreditam que hoje exista muita tecnologia no mundo, e que essa tecnologia é a principal causa de nossa poluição ambiental. Não é esse o caso. É o abuso e o desuso da tecnologia que deve ser a nossa principal preocupação. Numa sociedade mais humana, em vez de as máquinas substituírem as pessoas elas reduziriam a jornada de trabalho, aumentariam a disponibilidade de bens e serviços, e prolongariam o período de descanso. Se usarmos novas tecnologias para elevar o padrão de vida de todas as pessoas, então a infusão da tecnologia mecânica deixaria de ser uma ameaça.

Uma economia mundial baseada em recursos também envolveria esforços completos para o desenvolvimento de novas fontes de energia, limpas e renováveis: geotérmica; de fusão controlada; solar; fotoelétrica; eólica, das ondas e das marés; e até combustível dos oceanos. Nós eventualmente seríamos capazes de possuir energia em quantidade ilimitada que poderia impulsionar a civilização por milênios. Uma economia baseada em recursos também deve se comprometer com o replanejamento de nossas cidades, sistemas de transporte e indústrias, permitindo que eles sejam energeticamente eficientes, limpos, e que sirvam de forma conveniente às necessidades de todas as pessoas.

No que mais um economia baseada em recursos implicaria? A tecnologia, inteligente e eficientemente aplicada, economiza energia, reduz o desperdício e proporciona mais tempo livre. Com um inventário automatizado numa escala global, podemos manter um equilíbrio entre a produção e distribuição. Somente alimentos nutritivos e saudáveis estariam disponíveis e a obsolescência planejada seria desnecessária e inexistente numa economia baseada em recursos.

Ao nos livrarmos da necessidade de profissões baseadas no sistema monetário, como por exemplo advogados, banqueiros, vendedores de seguro, equipes de marketing e publicidade, vendedores e corretores de valores, uma quantidade considerável de desperdício será eliminada. Quantias respeitáveis de energia também seriam poupadas ao se eliminar a duplicação de produtos competitivos como ferramentas, talheres, panelas frigideiras e aspiradores de pó. É bom poder escolher. Mas no lugar de centenas de diferentes fábricas e toda a papelada e pessoal necessários à produção de produtos similares, apenas uma pequena parcela da mais alta qualidade seria necessária para servir à população inteira. Nossa única deficiência é a falta de pensamento criativo e inteligência em nós mesmos e nos nossos líderes eleitos para resolver esses problemas. O recurso mais valioso e inexplorado hoje é a engenhosidade humana.

Com a eliminação da dívida, o medo de se perder o emprego deixará de ser uma ameaça. Essa segurança, combinada à educação sobre como se relacionar com os outros de um modo muito mais significativo, poderiam reduzir consideravelmente tanto o estresse mental como o físico e deixar-nos livre para explorar e desenvolver nossas habilidades.

Se a ideia de se eliminar o dinheiro ainda incomoda você, considere isto: se um grupo de pessoas com ouro, diamantes e dinheiro ficassem presos em uma ilha desprovida de recursos como comida, ar e água limpos, a riqueza deles seria irrelevante a sua sobrevivência. Somente quando os recursos são escassos é que o dinheiro pode ser usado para controlar sua distribuição. Não se pode, por exemplo, vendar o ar que respiramos ou a água que flui abundante da nascente de uma montanha. Apesar do ar e da água serem valiosos, quando abundantes, eles não podem ser vendidos.

O dinheiro só é importante em uma sociedade quando certos recursos para a sobrevivência devem ser racionados e as pessoas aceitam o dinheiro como meio de troca para recursos escassos. O dinheiro é uma convenção social, um acordo por assim dizer. Ele não é um recurso natural nem representa um. Ele não é necessário à sobrevivência, a menos que tenhamos sido condicionados a aceitá-lo como tal.

Thursday, November 25, 2010

O Início de um Projeto

• Os projetos são tipicamente autorizados como resultado de uma ou mais das seguintes situações:

Necessidade do negócio:
–uma demanda de mercado
–uma solicitação de um cliente
–um avanço tecnológico
–um requisito legal/regulatório
–uma necessidade social

Em resumo Problema ou Oportunidade.

A alta gerência precisa decidir como responder a esses “estímulos” e para quais projetos deve fornecer autorização e termo de abertura.

Ciclo de Vida da Venda de um Projeto

Gestão do Programa

Wednesday, November 24, 2010

Fatores Críticos de Sucesso

Alguns Fatores Críticos de Sucesso para Projetos:

Atendimento dos Requisitos Técnicos e Funcionais (Escopo)
Cumprimento do Orçamento (Custo)
Cumprimento do Cronograma (Tempo)
Satisfação dos Interessados
Benefícios para o patrocinador

"Um projeto tem sucesso quando atinge ou supera as expectativas de seus principais stakeholders respeitando escopo, tempo e custo."

Enjoy!

Problema & Risco

Problema
• Situação que de fato ESTÁ ocorrendo e impactando o projeto
• Solucionável; requer ação imediata;
• Descoberto (normalmente de forma reativa) durante o curso do projeto;
 
Exemplos:
• Indisponibilidade de infra-estrutura para instalação de HW
• Falta de recursos necessário para início de certa atividade
• Atrasos no cronograma


Risco
• Situação que PODE vir a ocorrer e causar impacto no projeto
• Gerenciável;
• Pode e deve ser identificado previamente;
• Pode se transformar em problema;

Exemplos:
• Alta do dólar (em contratos vinculados ao dólar)
• Mudança na legislação do setor
• Inviabilidade tecnológica (se há dependência de tecnologia não comprovada)

Estrutura Analítica do Projeto

• A Estrutura Analítica do Projeto (EAP) é uma representação gráfica e detalhada de todo o escopo do projeto;
• O termo vem do inglês Work Breakdown Structure (WBS);
• É uma ferramenta gráfica de detalhamento de escopo do projeto;
• Trabalho que não está na EAP está fora do escopo do projeto;
• É melhor entender o todo pelas suas partes constituintes;
• O importante é que a estrutura deverá conter todo e somente o trabalho necessário para o alcance dos objetivos do projeto;
• A quebra do projeto em elementos menores que podem ser mais bem visualizados e entendidos, facilita os processos de planejamento, execução, monitoramento e controle.


Enjoy!