Saturday, December 21, 2019

Testes de hipótese

Queremos verificar se duas máquinas produzem peças com a mesma homogeneidade quanto a resistência à tensão. Para isso, sorteamos dias amostras de 6 peças de cada máquina, e obtivemos as seguintes resistências:

Máquina A145127136142141137
Máquina B143128132138142132
O que se pode concluir fazendo um teste de hipótese adequado?
Solução:
Da teoria de testes de hipótese sabemos que, assumindo a distribuição normal, o teste para a hipótese:

\begin{displaymath}H_0: \sigma^2_A = \sigma^2_B \;\;\;versus\;\;\; H_a: \sigma^2_A \neq \sigma^2_B \end{displaymath}


que é equivalente à

\begin{displaymath}H_0: \frac{\sigma^2_A}{\sigma^2_B} = 1 \;\;\;versus\;\;\; H_a: \frac{\sigma^2_A}{\sigma^2_B} \neq 1\end{displaymath}


é feito calculando-se a estatística de teste:

\begin{displaymath}F_{calc} = \frac{S^2_A}{S^2_B}\end{displaymath}


e em seguida comparando-se este valor com um valor da tabela de $F$ e/ou calculando-se o P-valor associado com $n_A-1$ e $n_B-1$ graus de liberdade. Devemos também fixar o nível de significância do teste, que neste caso vamos definir como sendo 5%.
Para efetuar as análises no R vamos primeiro entrar com os dados nos objetos que vamos chamar de ma e mb e calcular os tamanhos das amostras que vão ser armazenados nos objetos na e nb.

Pré-processamento





Script

ma <- 127="" 136="" 137="" 141="" 142="" c="" p="">na <- length="" ma="" p="">na

mb <- 128="" 132="" 138="" 142="" c="" p="">nb <- length="" mb="" p="">nb

cor(ma,mb)

par(mfrow=c(4,4))
plot(ma,mb,main="Correlation")
abline(lm(ma~mb),col="red")
boxplot(ma,main="MA")
boxplot(mb,main="MB")
barplot(rbind(ma,mb),main="R Correlation")
barplot(cbind(ma,mb),main="C Correlation")
plot(table(ma),main="MA")
plot(table(mb),main="MB")
hist(ma,main="MA")
hist(mb,main="MB")
dotchart(ma,main="MA")
dotchart(mb,main="MB")
barplot(t(summary(ma)),main="MA")
barplot(t(summary(mb)),main="MB")
plot(density(ma),main="MA")
plot(density(mb),main="MB")
plot(density(ma),main="MA x MB")
lines(density(mb),col="red")
par(mfrow=c(1,1))

heatmap(cbind(ma,mb),main="HeatMap")
pairs(cbind(ma,mb),main="Pairs")

par(mfrow=c(2,2))
mean(ma)
median(ma)
sd(ma)
min(ma)
max(ma)
quantile(ma)
plot(c(ma),type = "l",main="MA")
abline(mean(ma), 0, col="red")
abline(median(ma), 0, col="blue")
abline(max(ma), 0, col="purple")
abline(min(ma), 0, col="green")

mean(mb)
median(mb)
sd(mb)
min(mb)
max(mb)
quantile(mb)
plot(c(mb),type = "l",main="MA")
abline(mean(mb), 0, col="red")
abline(median(mb), 0, col="blue")
abline(max(mb), 0, col="purple")
abline(min(mb), 0, col="green")

mean(c(ma,mb))
median(c(ma,mb))
sd(c(ma,mb))
min(c(ma,mb))
max(c(ma,mb))
quantile(c(ma,mb))
plot(c(c(ma,mb)),type="l",main="MA")
abline(mean(c(ma,mb)), 0, col="red")
abline(median(c(ma,mb)), 0, col="blue")
abline(max(c(ma,mb)), 0, col="purple")
abline(min(c(ma,mb)), 0, col="green")

plot(ma,type="l",main="MA x MB")
lines(mb,col="red")
abline(mean(c(ma,mb)), 0, col="red")
abline(median(c(ma,mb)), 0, col="blue")
abline(max(c(ma,mb)), 0, col="purple")
abline(min(c(ma,mb)), 0, col="green")
par(mfrow=c(1,1))


ma.v <- ma="" p="" var="">ma.v

mb.v <- mb="" p="" var="">mb.v

fcalc <- ma.v="" mb.v="" p="">fcalc

pval <- 2="" fcalc="" lower="F)</p" na-1="" nb-1="" pf="">pval

var.test(ma,mb)
t.test(ma,mb)
<- 127="" 136="" 137="" 141="" 142="" c="" p=""><- length="" ma="" p=""><- 128="" 132="" 138="" 142="" c="" p=""><- length="" mb="" p=""><- ma="" p="" var=""><- mb="" p="" var=""><- ma.v="" mb.v="" p=""><- 2="" fcalc="" lower="F)</p" na-1="" nb-1="" pf="">

The laws of probability, so true in general, so fallacious in particular.


Thursday, December 12, 2019

The Blind Men and the Elephant


Types of controlled vocabularies


The “berry-picking” model of how users move through an information system


Integrated browsing, searching, and asking over many iterations


Four common information needs


The infamous three circles of information architecture


Information architecture deliverables


Information architecture systems


Information architecture concepts


Fascismo

1.    Passado mítico
2.    Propaganda
3.    Anti-intelectualismo
4.    Irrealidade
5.    Hierarquia
6.    Vitimização
7.    Lei e ordem
8.    Tensão sexual
9.    Sodoma & Gomorra
10.    Arbeit Marcht Frei

Sunday, December 08, 2019

Características Básicas do Totalitarismo

  • Culto ao líder: Os três regimes possuíam um forte culto ao líder, e sua imagem era espalhada em todos os locais possíveis, como escolas, por exemplo.
  • Unipartidarismo: Todos os totalitarismos suprimiam a existência dos partidos, e somente o partido do governo tinha a permissão de funcionar.
  • Doutrinação: A população dos regimes totalitários era alvo de intensa doutrinação, que se iniciava com o ensino infantil. Essa doutrinação visava propagar a ideologia do governo.
  • Centralização do poder: O poder político no totalitarismo é centralizado no líder e/ou no partido.
  • Uso do terror: O terror era uma arma dos regimes totalitários para amedrontar seus opositores e perseguir grupos enxergados como “inimigos do Estado”.
  • Censura: A censura era uma prática comum a jornais e à população em geral. Regimes totalitários não aceitavam críticas, denúncias e não aturavam a existência de uma oposição.
  • Militarização: Exaltação do exército e militarização da sociedade.
  • Criação de inimigos internos e/ou externos: Esse mecanismo era utilizado como distração ou justificativa para explicar as ações e o autoritarismo do regime.
  • Nacionalismo exacerbado: O nacionalismo no totalitarismo assumia um viés extremista que pregava a exclusão e perseguição de outros povos ou etnias.

α = r × β

where β = 600%, α = 30% and r = 5%

It shouldn't bother me, no, it shouldn't, but it does

Can you afford that luxury?

Sunday, November 17, 2019

Millôr Fernandes


  • Metade da vida é estragada pelos pais. A outra metade, pelos filhos.
  • Errar é humano. Ser apanhado em flagrante é burrice.
  • Para você parecer culto é só ficar de olho no que o outro cara ignora.
  • É porque ninguém gosta de trabalhar que o mundo progride.
  • Há homens que devem à esposa tudo o que são, mas em geral, os homens devem à esposa tudo o que devem.
  • O capitalismo é a exploração do homem pelo homem. O socialismo é o contrário.
  • É melhor ser pessimista do que otimista. O pessimista fica feliz quando acerta e quando erra.
  • O futebol é o ópio do povo e o narcotráfico da mídia.
  • Todo homem nasce original e morre plágio.
  • A natureza , ao fazer um ser humano competente; por acaso consulta alguma universidade?
  • Qualquer idiota consegue ser jovem. (...) É preciso muito talento pra envelhecer.
  • Não é segredo. Somos feitos de pó, vaidade e muito medo.
  • A alma enruga antes da pele.
  • Em ciência leia sempre os livros mais novos. Em literatura, os mais velhos.
  • Quem se curva diante dos opressores mostra o traseiro para os oprimidos.
  • As pessoas que falam muito, mentem sempre, porque acabam esgotando seu estoque de verdades.
  • Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem.
  • Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim.
  • Quando todo mundo quer saber é porque ninguém tem nada com isso.
  • Não ter vaidades é a maior de todas.
  • A gente só morre uma vez. Mas é para sempre.

Math is Fun!



Saturday, November 09, 2019

Livros

"Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo nível."

Saturday, November 02, 2019

Opinion

An opinion (or regular opinion) is a quintuple, (e i , a ij , oo ijkl , h k , t l ), where e i is the name of an entity, a ij is an aspect of e i , oo ijkl is the orientation of the opinion about aspect a ij of entity e i , h k is the opinion holder, and t l is the time when the opinion is expressed by h k . The opinion orientation oo ijkl can be positive, negative or neutral, or be expressed with different  trength/intensity levels. When an opinion is on the entity itself as a whole, we use the special aspect
GENERAL to denote it.

Saturday, October 26, 2019

Face of an angel with the love of a witch, Fucked up and out of place

You know you're all alone
Your friends they aren't at home
Everybody's gone to the garden

You can find it all inside
No need to wrestle with your pride
No you ain't losing your mind
You're just in the garden

Saturday, October 12, 2019

Introdução a Deep Q-Learning


Introdução a autoencoders


AutoEncoder

Neural Network



O Menino que Carregava Água na Peneira


Tenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.

A mãe disse que carregar água na peneira
era o mesmo que roubar um vento e sair
correndo com ele para mostrar aos irmãos.

A mãe disse que era o mesmo que
catar espinhos na água.
O mesmo que criar peixes no bolso.

O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces de uma casa sobre orvalhos.

A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio
do que do cheio.
Falava que vazios são maiores
e até infinitos.

Com o tempo aquele menino
que era cismado e esquisito
porque gostava de carregar água na peneira.

Com o tempo descobriu que escrever seria
o mesmo que carregar água na peneira.

No escrever o menino viu
que era capaz de ser
noviça, monge ou mendigo
ao mesmo tempo.

O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.

Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.
o menino fazia prodígos.
Até fez uma pedra dar flor!
A mãe reparava o menino com ternura.

A mãe falou:
Meu filho você vai ser poeta.
Você vai carregar água na peneira a vida toda.
Você vai encher os
vazios com as suas
peraltagens
e algumas pessoas
vão te amar por seus
despropósitos.